James Gunn confirma que O Esquadrão Suicida faz parte do novo DCU — com uma ressalva

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James Gunn confirma que O Esquadrão Suicida faz parte do novo DCU — com uma ressalva

📸 Créditos da imagem: Unsplash

Antes de assumir o comando da DC Studios, James Gunn já havia deixado sua marca nos filmes da editora. Em 2021, ele lançou O Esquadrão Suicida, uma continuação com ligação relativamente independente ao longa de 2016. Depois vieram Pacificador, Superman e outras produções.

Nesse processo, uma dúvida acompanhou os fãs: quais acontecimentos anteriores ainda fazem parte do novo universo? Agora, Gunn deu uma resposta mais direta. O Esquadrão Suicida integra o cânone do DCU.

Quase por completo. O primeiro filme do DCU veio antes do próprio universo Oficialmente, o novo universo compartilhado da DC começou com a animação Comando das Criaturas, lançada no fim de 2024. Já a primeira temporada de Pacificador, de 2022, acabou considerada majoritariamente canônica, enquanto a segunda, lançada em 2025, pertence integralmente à continuidade atual.

Produções posteriores, como Superman, Supergirl e Lanternas, também se encaixam nessa estrutura. Até Besouro Azul, lançado antes da nova fase, terá uma conexão incorporada retroativamente. O lugar de O Esquadrão Suicida, porém, permanecia menos definido.

Algumas histórias do DCU já mencionavam a estrela-do-mar gigante do filme, sugerindo que seus acontecimentos continuavam relevantes. Para esclarecer a questão, Gunn participou de um podcast oficial dedicado justamente ao assunto: The Suicide Squad: Is It Canon? O episódio estava previsto para 30 de outubro, mas o GamesRadar+ teve acesso antecipado à confirmação.

A DC acabou liberando o programa um pouco antes. A grande dúvida é a Arlequina “Acho que O Esquadrão Suicida está dentro do cânone do DCU. Está decidido”, afirmou Gunn.

A ressalva envolve a personagem interpretada por Margot Robbie. O diretor explicou que ainda precisa de alguma liberdade para decidir como a Arlequina aparecerá no novo universo. Robbie viveu a personagem nos dois filmes do Esquadrão Suicida e se tornou uma estrela ainda maior desde então.

Gunn gostaria de trabalhar com ela novamente, mas não sabe se a atriz tem interesse em retornar ao papel. Ele afirmou que adora sua interpretação e que faria um grande esforço para acomodar a volta na história. Caso Robbie prefira seguir em frente, porém, o diretor considera escolher outra atriz.

Essa possibilidade explica por que ele evita tratar tudo o que acontece com a Arlequina no longa de 2021 como um compromisso definitivo para o futuro. Gunn quer utilizar a personagem, mas ainda não definiu de que forma. O restante do filme continua valendo Fora a situação da Arlequina, o diretor considera que praticamente todo o longa se encaixa na continuidade atual.

Gunn também reconheceu que os fãs podem encontrar contradições. Ele se mostrou disposto a discutir essas questões no Threads, ao mesmo tempo que admitiu que erros podem aparecer tanto nas produções antigas quanto nas novas. Para ele, O Esquadrão Suicida se ajusta ao DCU com mais facilidade do que a primeira temporada de Pacificador.

Por isso, a conclusão vai além de simplesmente preservar alguns personagens ou referências: o longa passa a ocupar, retroativamente, o posto de primeiro filme canônico desse universo. A distinção ajuda a organizar a cronologia. Comando das Criaturas continua sendo o ponto de partida oficial da nova fase, mas os acontecimentos do filme de 2021 passam a integrar o passado dessa continuidade.

Gunn encerrou a explicação incentivando o público a rever O Esquadrão Suicida no HBO Max. O podcast também promete uma discussão mais detalhada sobre o longa e suas conexões. Enquanto isso, o diretor prepara Man of Tomorrow, continuação de Superman com estreia prevista para 9 de julho de 2027.

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