📸 Créditos da imagem: Ondrej Prosicky/Shutterstock
Primeira detecção em décadas
O parasita conhecido como mosca‑da‑bicheira do Novo Mundo foi detectado pela primeira vez em décadas em um animal silvestre nos Estados Unidos.
Alce no Texas
O Departamento de Agricultura confirmou a presença do organismo em uma fêmea de alce encontrada no condado de Pecos, no Texas, após o animal ser abatido por um caçador.
Ampliação da vigilância
As autoridades do Texas e do Novo México intensificaram a inspeção de animais e instalaram armadilhas para moscas nas áreas afetadas. No Novo México, foi criada uma zona de infestação de 20 quilômetros ao redor do local onde a vaca foi encontrada.
Como a mosca ataca
As larvas se alimentam de tecido vivo, penetrando feridas abertas ou aberturas do corpo de animais de sangue quente. O processo provoca lesões progressivamente maiores e pode comprometer a saúde do animal.
Sinais de infestação
- Larvas visíveis em feridas ou aberturas do corpo;
- Ferimentos abertos com secreção ou em crescimento;
- Lesões com odor forte e desagradável;
- Animais debilitados, apáticos ou isolados;
- Sinais nas regiões do nariz, boca, orelhas, olhos ou órgãos genitais.
Medidas de controle
O Departamento de Parques e Vida Selvagem orienta caçadores a inspecionar os animais abatidos antes da evisceração ou transporte. A importação de gado mexicano foi suspensa em 2025 e retomada em 2026 sob rigorosos controles sanitários.
O caso reforça a importância da vigilância contínua para limitar a expansão do parasita e proteger tanto a fauna silvestre quanto os rebanhos.
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