EUA realiza operação contra ‘invasão’ de falsos funcionários de TI da Coreia do Norte

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EUA realiza operação contra ‘invasão’ de falsos funcionários de TI da Coreia do Norte

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Como a IA está mudando a segurança nas empresas? Especialista que atuou no FBI e na CIA responde4: 55Para Jessica Hetrick, a IA exige adaptação das organizações e a próxima revolução já está se aproximando com a evolução da computação quântica. Crédito: Edição: Júlia PereiraO Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) anunciou na última semana uma operação coordenada para combater cidadãos norte-coreanos que agem ilegalmente no país.

O caso envolve a infiltração silenciosa de pessoas em empresas. Segundo as autoridades, a Coreia do Norte conseguiu posicionar pessoas trabalhando como funcionários de TI em mais de 70 empresas dos EUA dos mais variados setores, em um esquema que pode trazer prejuízos financeiros e de segurança nacional. Ainda de acordo com o comunicado oficial, as primeiras ações resultaram na apreensão de 187 computadores usados pelos suspeitos, acusações contra 14 pessoas e prisão de outras duas, além de mandatos cumpridos em 40 locais do Texas suspeitos de abrigar equipamentos para uso ilícito. O esquema do ‘falso TI’O caso denunciado pelo DoJ remete a notícias anteriores sobre candidatos à vagas de emprego no setor de TI que supostamente estariam usando documentos falsos ou roubados para conseguir posições em empresas de diversos setores. A investigação alega que essas práticas começaram ainda em 2019 e duraram pelo menos até 2025; Esses funcionários, ao serem contratados, recebem das empresas um notebook corporativo para uso durante o período de trabalho em residências falsas mantidas em algum endereço nos EUA; Conhecidos como ‘fazendas de notebooks’, esses locais abrigam dezenas de computadores de uma só vez, conectados com softwares de controle remoto e VPNs — já que os funcionários de verdade trabalham da própria Coreia do Norte; Em uma tática mais recente, cidadãos estadunidenses são recrutados para ajudar com várias etapas burocráticas da manutenção do emprego ou até facilitar a terceirização de algumas tarefas. O esquema teria sido montado principalmente para gerar receita para o país: de acordo com a investigação, ao menos US$ 3 milhões em salários foram desviados por esses falsos funcionários e enviados para contas no país asiático. Além disso, esse tipo de acesso a companhias de áreas como saúde e energia podem resultar no roubo de segredos corporativos, além de ser um risco para redes de TI dos EUA como um todo. A empresa CrowdStrike ajudou o FBI na operação contra o grupo, batizado de FAMOUS CHOLLIMA, e seguirá monitorando formas de desmantelar infraestruturas consideradas criminosas contra o país. Como pesquisadores estão faturando alto usando IA para descobrir falhas de segurança em navegadores?

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