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Vulcão Masaya: Nova atividade de magma detectada
Pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia analisaram imagens de radar do satélite Sentinel-1, obtidas a cada 12 dias durante seis anos, e identificaram sinais de que a reserva central de magma pode estar recebendo novo material.
Movimentos do solo revelam complexidade interna
- Deslocamento de 3 cm afastado do satélite (2018‑2022) indica afundamento e possível saída de magma.
- Reversão do movimento (meados de 2022‑2024) sugere retorno de magma à reserva.
- Afundamento contínuo na cratera Santiago aponta para uma segunda reserva a ~200 m de profundidade.
Riscos e monitoramento
Embora não haja perigo imediato, o vulcão continua emitindo gases, principalmente dióxido de enxofre, que podem causar chuva ácida e riscos à saúde.
O lago de lava, atraente para turistas, representa apenas uma fração da estrutura; compreender os processos subterrâneos é essencial para avaliar riscos.
Estudos geodésicos de longo prazo e modelagem avançada são necessários para aprimorar o monitoramento de Masaya e de outros vulcões basálticos.
Autor: Ana Luiza Figueiredo, editora de tecnologia, formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
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