📸 Créditos da imagem: Mamun_Sheikh/Shutterstock
WhatsApp como peça central na disputa digital
Na primeira semana do segundo turno, o WhatsApp tornou-se o principal canal de mobilização para as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro. Ambas as equipes investiram em influenciadores, vídeos e comunidades para ampliar a circulação de mensagens e engajar eleitores.
Estratégia digital do PT
O PT montou uma sala em Brasília para coordenar ações digitais, reunindo influenciadores e jovens políticos. A equipe, liderada por Jilmar Tatto, passou de uma abordagem analógica para uma totalmente digital, reconhecendo a importância das redes sociais desde 2018.
- Criação de comunidades no WhatsApp para coordenar tarefas e metas de compartilhamento.
- Convite a seguidores de Instagram para participar de grupos ligados à campanha.
- Foco em públicos de baixa renda, mulheres e jovens, com propostas como tarifa zero no transporte e redução do custo de vida.
Reação e mobilização de Flávio
O PL também investiu em comunidades digitais, como a “Tropa do Flávio”, e em canais de vídeo para contrapor a narrativa do PT. A equipe de Flávio monitora e responde a conteúdos considerados falsos, mantendo a comunidade engajada.
- Convocação de apoiadores via vídeo para ampliar a comunidade.
- Produção de vídeos contestando declarações de Lula.
- Monitoramento de fake news e conteúdo manipulado.
Comunidades e circulação de conteúdo
Esses canais funcionam como pontos de articulação entre apoiadores, embora não estejam formalmente vinculados às campanhas. Eles organizam tarefas, engajam seguidores e reagem a declarações adversárias, mantendo as mensagens dos candidatos em circulação.
Com a proximidade da votação, a atuação nas redes sociais se tornou uma frente de mobilização crucial para ambos os grupos, buscando atenção e apoio no segundo turno.
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