📸 Créditos da imagem: Javier Escartín/CNRS – via Bluesky
Resumo da investigação
Entre 1949 e 1982, mais de 200 mil barris contendo resíduos radioativos foram descartados no Oceano Atlântico. Recentes missões de pesquisa identificaram 3.355 recipientes e a presença de radionuclídeos como cobalto‑60, nióbio‑94, césio‑137 e amerício‑241 em contato com a vida marinha.
Metodologia e descobertas
- Primeira missão (junho de 2025): mapeamento dos barris no local de descarte.
- Segunda missão (maio de 2026): coleta de sedimentos, água e organismos para análise detalhada.
- Detecção de radionuclídeos em recipientes corroídos, alguns já vazando no fundo do oceano.
Impacto na fauna marinha
Os barris serviram de substrato para a colonização de anêmonas e outros organismos. A pesquisa busca entender se os radionuclídeos liberados penetraram no ecossistema local.
Segurança dos pesquisadores
Os níveis de atividade radioativa medidos não representaram risco significativo para os cientistas que manipularam as amostras.
Próximos passos
Continuação da análise da distribuição dos radionuclídeos e avaliação de sua mobilidade no ambiente marinho.
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