📸 Créditos da imagem: criada por inteligência artificial: Gemini/Olhar Digital
Introdução
Pesquisadores da Universidade de Osaka desenvolveram uma técnica que usa corrente elétrica para distinguir formas de aminoácidos associadas à vida de versões produzidas por processos não biológicos.
Como funciona
O método combina nanotecnologia e inteligência artificial para analisar moléculas individualmente. Dois nanofios de ouro, separados por uma abertura minúscula, permitem que elétrons atravessem o espaço por tunelamento quântico, gerando uma corrente de tunelamento. Quando um aminoácido passa pela abertura, ele altera essa corrente, criando um padrão elétrico característico.
- Nanofios de ouro criam a abertura de tunelamento.
- A corrente elétrica varia conforme a molécula atravessa.
- Inteligência artificial identifica a forma L ou D do aminoácido.
Resultados em amostras naturais
Testes com material do meteorito Murchison e solo do deserto do Atacama mostraram que a técnica capturou as principais características da composição de aminoácidos, com precisão comparável aos métodos tradicionais.
Aplicações Futuras
Os pesquisadores visam transformar o princípio em instrumentos compactos de detecção elétrica, que poderão ser usados em missões para procurar sinais químicos associados à vida fora da Terra.
O estudo será publicado na Nature Communications, destacando como nanofios e inteligência artificial podem revelar a composição de moléculas individuais.
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