📸 Créditos da imagem: Quais são os planos dos seis principais candidatos à Presidência da República para áreas importantes da Ciência e Tecnologia? - Montagem feita com as imagens oficiais disponibilizadas pelo TSE.
O Olhar Digital levou ao ar nesta semana uma série analisando as propostas de candidatos à Presidência da República na Ciência e na Tecnologia. Analisamos planos de governo de seis candidatos: Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). Inteligência artificial, data centers e soberaniaExiste um “núcleo comum” no qual propostas de candidatos distantes no espectro político se encontram. As convergências retratam o Estado, digamos, “arrumando a própria casa” – e usando tecnologia para melhorar seus serviços. As divergências, por sua vez, aparecem quando os textos exploram regras de mercado, direitos digitais e atuação das empresas privadas. Confira a matéria completa. Mudanças climáticas e energiaA forma de responder aos impactos das mudanças climáticas varia entre os presidenciáveis.
Os planos de governo protocolados no Tribunal Superior Eleitoral dividem-se entre abordagens focadas em metas de neutralidade de carbono, mecanismos de mercado e regulação, além de medidas de Defesa Civil e segurança para o agronegócio e os centros urbanos. Os caminhos que os postulantes ao Planalto pretendem seguir nessas áreas são decisivos não apenas para a preservação ambiental, mas também para o futuro da economia, a segurança energética e a qualidade de vida dos brasileiros. Confira a matéria completa. Terras rarasO Brasil possui uma posição geopolítica privilegiada por deter a segunda maior reserva mundial de terras raras, além de vastas jazidas de minerais essenciais. Essa riqueza impacta diretamente a fabricação de baterias, semicondutores, painéis solares e inteligência artificial, além da produção de fertilizantes para o agronegócio. O grande debate político concentra-se na capacidade de processar, refinar e industrializar esses insumos no país. Historicamente limitado à exportação de matéria-prima bruta, o Brasil enfrenta a oportunidade de integrar etapas complexas das cadeias de valor, tornando a regulação do setor um tema central de soberania econômica.
Confira a matéria completa. Starship voa mais uma vezConforme noticiado pelo Olhar Digital, a SpaceX marcou mais um avanço histórico com o lançamento do 14º voo de teste da Starship nesta segunda-feira (28). O gigantesco foguete subiu aos céus pontualmente às 9h48 (horário de Brasília), iniciando com sucesso sua primeira missão orbital. Este foi o terceiro voo de 2026 e também o terceiro da versão 3 do veículo. A missão seguiu o sucesso do 13º teste, realizado em julho, marcado pelo pouso mais suave de um estágio superior da nave até hoje.
Naquela ocasião, o veículo pousou no mar e flutuou por semanas, até ser recuperado pela empresa para análises técnicas. Outro marco desta segunda-feira foi a liberação de 26 satélites Starlink V3 a bordo da Starship. Trata-se do primeiro lote operacional dessa nova versão, diferentemente da missão anterior, que utilizou apenas protótipos em trajetória suborbital. O objetivo final da SpaceX é colocar 100 mil dessas unidades em órbita para expandir a rede de internet sem fio.
(IA) do Google. O dispositivo foi enviado à órbita a bordo de um foguete Falcon 9 durante a missão Transporter-18, realizada a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia (EUA). de rotação tripulada da espaçonave Dragon e do foguete Falcon 9. A espaçonave levou os astronautas da NASA Jessica Watkins e Luke Delaney, o astronauta da CSA (Agência Espacial Canadense) Joshua Kutryk e o cosmonauta da Roscosmos Sergey Teteryatnikov. ções, segundo informou a empresa na noite de quarta-feira (30). alhar de forma contínua e executar tarefas pelos usuários.
O anúncio ocorreu durante o DevDay, conferência anual para desenvolvedores realizada em São Francisco (EUA). u modelo mais avançado até agora, desenvolvido para lidar com tarefas complexas e de longa duração em áreas, como programação, cibersegurança e atividades profissionais. ele é mais de 30% mais rápido e pode custar até 30% menos por tarefa que o Sonnet 5. A proposta é atender tarefas bem definidas, como corrigir códigos, criar documentos, apresentações e planilhas. O modelo também ganhou melhorias em design, colaboração e segurança, enquanto o Opus 5.5 continua voltado a trabalhos mais complexos. ial para apurar os possíveis riscos que a tecnologia representa aos consumidores.
Entre as empresas e organizações que serão alvo da apuração estão Anthropic, OpenAI e o grupo de pesquisa METR, segundo um alto funcionário da FTC ouvido pela Reuters nesta quarta-feira (30). nologia para discutir o desenvolvimento da inteligência artificial (IA), seus riscos e a necessidade de manter a liderança estadunidense na área.
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