📸 Créditos da imagem: OnInnovation/Flickr
Cofundador da Microsoft afirma que governos devem exigir garantias e monitoramento das empresas sem frear drasticamente o avanço da tecnologia. Resumo Bill Gates defendeu a criação de leis para regular o desenvolvimento de inteligência artificial nos Estados Unidos. Cofundador da Microsoft afirma que a autorregulação das empresas não é suficiente para lidar com os impactos da tecnologia.
Gates considera que regras obrigatórias podem aumentar os custos do setor, mas não devem desacelerar drasticamente os avanços da IA. O cofundador e ex-CEO da Microsoft Bill Gates voltou a defender uma participação maior dos governos na regulação da inteligência artificial. Em entrevista à NBC News, o filantropo afirmou que a autorregulação das empresas não é suficiente e que autoridades precisam estabelecer regras obrigatórias para monitorar o desenvolvimento da tecnologia.
Questionado sobre a necessidade de uma legislação nos Estados Unidos, Gates respondeu que sim. Ele defende a participação de autoridades, legisladores e órgãos de fiscalização na definição das proteções exigidas das empresas de IA. Autorregulação não é suficiente, diz Gates Para Gates, medidas de segurança não podem depender apenas das próprias empresas que desenvolvem os modelos.
“Ninguém acha que a autorregulação é suficiente”, afirmou. Na avaliação do cofundador da Microsoft, mecanismos de monitoramento e proteção precisam ser obrigatórios – o que pode criar custos adicionais para as companhias, mas não significaria uma desaceleração drástica no desenvolvimento de novos sistemas. A declaração reforça uma posição que o executivo já vinha defendendo.
Em agosto, Gates afirmou que empresas de tecnologia minimizam os riscos da IA para proteger seus negócios e apoiou uma atuação mais ampla dos governos diante de possíveis impactos sobre empregos, segurança e crianças. Ele também rejeitou a ideia de deixar a fiscalização apenas nas mãos das big techs e propôs uma organização internacional dedicada à IA. Outro argumento é de que as próprias empresas não têm como avaliar sozinhas todos os efeitos sociais da tecnologia, e áreas como segurança cibernética, riscos biológicos, mercado de trabalho e desenvolvimento infantil exigem decisões que vão além das equipes responsáveis pelos modelos.
Executivos divergem sobre o nível de controle O debate sobre até onde governos devem interferir no desenvolvimento da IA também divide líderes do setor. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por exemplo, rejeitou recentemente pedidos para desacelerar o avanço da tecnologia. Zuckerberg argumenta que a concorrência entre empresas e os riscos legais já criam incentivos para que companhias desenvolvam sistemas seguros.
A posição contrasta com executivos e pesquisadores que defendem mecanismos externos de supervisão. O CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, também apoia a criação de uma entidade internacional para fiscalizar modelos avançados e realizar avaliações antes do lançamento. Ao mesmo tempo, o cofundador da Microsoft reconhece que os próprios governos ainda precisam ampliar o conhecimento sobre IA para se preparar para as mudanças econômicas e sociais provocadas pela tecnologia.
Resumo Bill Gates defendeu a criação de leis para regular o desenvolvimento de inteligência artificial nos Estados Unidos. Cofundador da Microsoft afirma que a autorregulação das empresas não é suficiente para lidar com os impactos da tecnologia. Gates considera que regras obrigatórias podem aumentar os custos do setor, mas não devem desacelerar drasticamente os avanços da IA.
O cofundador e ex-CEO da Microsoft Bill Gates voltou a defender uma participação maior dos governos na regulação da inteligência artificial. Em entrevista à NBC News, o filantropo afirmou que a autorregulação das empresas não é suficiente e que autoridades precisam estabelecer regras obrigatórias para monitorar o desenvolvimento da tecnologia. Questionado sobre a necessidade de uma legislação nos Estados Unidos, Gates respondeu que sim.
Ele defende a participação de autoridades, legisladores e órgãos de fiscalização na definição das proteções exigidas das empresas de IA. Autorregulação não é suficiente, diz Gates Para Gates, medidas de segurança não podem depender apenas das próprias empresas que desenvolvem os modelos. “Ninguém acha que a autorregulação é suficiente”, afirmou.
Na avaliação do cofundador da Microsoft, mecanismos de monitoramento e proteção precisam ser obrigatórios – o que pode criar custos adicionais para as companhias, mas não significaria uma desaceleração drástica no desenvolvimento de novos sistemas. A declaração reforça uma posição que o executivo já vinha defendendo. Em agosto, Gates afirmou que empresas de tecnologia minimizam os riscos da IA para proteger seus negócios e apoiou uma atuação mais ampla dos governos diante de possíveis impactos sobre empregos, segurança e crianças.
Ele também rejeitou a ideia de deixar a fiscalização apenas nas mãos das big techs e propôs uma organização internacional dedicada à IA. Outro argumento é de que as próprias empresas não têm como avaliar sozinhas todos os efeitos sociais da tecnologia, e áreas como segurança cibernética, riscos biológicos, mercado de trabalho e desenvolvimento infantil exigem decisões que vão além das equipes responsáveis pelos modelos. Executivos divergem sobre o nível de controle O debate sobre até onde governos devem interferir no desenvolvimento da IA também divide líderes do setor.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por exemplo, rejeitou recentemente pedidos para desacelerar o avanço da tecnologia. Zuckerberg argumenta que a concorrência entre empresas e os riscos legais já criam incentivos para que companhias desenvolvam sistemas seguros. A posição contrasta com executivos e pesquisadores que defendem mecanismos externos de supervisão.
O CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, também apoia a criação de uma entidade internacional para fiscalizar modelos avançados e realizar avaliações antes do lançamento. Ao mesmo tempo, o cofundador da Microsoft reconhece que os próprios governos ainda precisam ampliar o conhecimento sobre IA para se preparar para as mudanças econômicas e sociais provocadas pela tecnologia.
📰 Leia a notícia completa em: Tecnoblog »