Nvidia oficializa DLSS 5 para deixar jogos mais realistas com IA

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Nvidia oficializa DLSS 5 para deixar jogos mais realistas com IA

📸 Créditos da imagem: reprodução/Nvidia

Tecnologia estreia com o game NBA 2K27. Recurso gerou polêmica sobre a direção artística dos jogos. Resumo O DLSS 5 chega nesta quinta-feira (3) na versão de PC do jogo NBA 2K27.

A tecnologia utiliza IA generativa para entregar fotorrealismo e é exclusiva para placas GeForce RTX 50 e assinantes do GeForce Now. Após polêmicas sobre a IA alterar a aparência de personagens, a Nvidia garantiu que os desenvolvedores mantêm controle total sobre a arte do jogo. A Nvidia lança nesta semana o controverso DLSS 5, nova versão da sua tecnologia de renderização neural.

A novidade estreia com o jogo NBA 2k27 na quinta-feira (03/09) e, inicialmente, estará disponível apenas para usuários de placas de vídeo da série GeForce RTX 50 e assinantes do GeForce Now. O recurso de inteligência artificial foi revelado em março e, desde então, passou por uma série de críticas, virando até piada nas redes sociais. A Nvidia, porém, afirma que o DLSS 5 usa renderização neural para aproximar os gráficos do fotorrealismo em tempo real.

Segundo o diretor de pesquisa aplicada da empresa, Edward Liu, a tecnologia reduz a distância entre a renderização tradicional e a simulação física do mundo real. Como funciona o fotorrealismo do DLSS 5? Em vez de aplicar um simples filtro sobre a imagem final, a nova tecnologia da Nvidia analisa informações detalhadas da cena por meio do G-Buffer, um conjunto de dados complexo que inclui cores base, noções de profundidade, rugosidade de materiais e vetores de movimento.

Para garantir a fluidez nos jogos, o DLSS 5 foi otimizado para processar um quadro por vez, evitando atrasos na tela. Além disso, os desenvolvedores terão controles específicos de cena. É possível aplicar máscaras no motor gráfico para isolar objetos e ajustar parâmetros precisos.

Entre eles, destacam-se a intensidade da estrutura (que aprimora a oclusão ambiental e os reflexos) e a intensidade do tom (voltada para o controle dinâmico de iluminação e contraste). Desempenho exigente Atingir o patamar gráfico que a Nvidia espera demanda um hardware potente. Em março, quando a empresa revelou o DLSS 5 ao público, a demonstração técnica exigia o uso simultâneo de duas placas GeForce RTX 5090.

Contudo, o sistema passou por otimizações ao longo dos últimos seis meses. Atualmente, o recurso pode até ser executado em uma única GPU intermediária, como a GeForce RTX 5060. Para isso, é necessário jogar em uma resolução mais baixa, como o Full HD (1080p), e habilitar a geração de quadros em 6x.

Sem o auxílio desse recurso, a tecnologia consome alto poder de processamento e pode reduzir o desempenho bruto pela metade. Essa exigência de hardware ficou evidente antes mesmo do lançamento oficial. O grupo de modders RenoDX conseguiu extrair os arquivos do DLSS 5 de uma versão de acesso antecipado de NBA 2K27 e forçou a ativação do recurso em títulos mais antigos, como Control, Cyberpunk 2077, Grand Theft Auto V e Skyrim.

Os testes não oficiais vazados na internet demonstraram um consumo elevado de memória de vídeo (VRAM) e quedas drásticas na taxa de quadros. Embora a tecnologia seja oficialmente restrita à série RTX 50, eles também conseguiram ativá-la em placas topo de linha da geração anterior, como as RTX 4080 e RTX 4090. Nvidia rebate críticas à IA A reação da comunidade diante das primeiras demonstrações do DLSS 5 foi polarizada.

Diversos usuários criticaram alterações consideradas drásticas na aparência de personagens, temendo que a inteligência artificial alterasse a intenção artística original dos estúdios ao padronizar texturas e expressões faciais de forma genérica. Em resposta a essas críticas, o CEO da NVIDIA, Jensen Huang, declarou que os jogadores estavam enganados ao presumir que a tecnologia retira o controle das mãos dos criadores. O diretor de tecnologia de conteúdo da Nvidia, Gabriele Leon, reforçou esse posicionamento, explicando que a ferramenta foi projetada para entregar consistência, sem alterar a essência visual dos protagonistas e cenários.

Neste primeiro momento, os resultados em NBA 2K27 demonstram melhorias mais sutis no sombreamento de materiais, elevando detalhes como a textura das camisas e a pele dos jogadores. Para o futuro, a Nvidia planeja expandir a compatibilidade do DLSS 5 para uma extensa lista de jogos, incluindo nomes como Assassin’s Creed Shadows, Hogwarts Legacy e Starfield. Resumo O DLSS 5 chega nesta quinta-feira (3) na versão de PC do jogo NBA 2K27.

A tecnologia utiliza IA generativa para entregar fotorrealismo e é exclusiva para placas GeForce RTX 50 e assinantes do GeForce Now. Após polêmicas sobre a IA alterar a aparência de personagens, a Nvidia garantiu que os desenvolvedores mantêm controle total sobre a arte do jogo. A Nvidia lança nesta semana o controverso DLSS 5, nova versão da sua tecnologia de renderização neural.

A novidade estreia com o jogo NBA 2k27 na quinta-feira (03/09) e, inicialmente, estará disponível apenas para usuários de placas de vídeo da série GeForce RTX 50 e assinantes do GeForce Now. O recurso de inteligência artificial foi revelado em março e, desde então, passou por uma série de críticas, virando até piada nas redes sociais. A Nvidia, porém, afirma que o DLSS 5 usa renderização neural para aproximar os gráficos do fotorrealismo em tempo real.

Segundo o diretor de pesquisa aplicada da empresa, Edward Liu, a tecnologia reduz a distância entre a renderização tradicional e a simulação física do mundo real. Como funciona o fotorrealismo do DLSS 5? Em vez de aplicar um simples filtro sobre a imagem final, a nova tecnologia da Nvidia analisa informações detalhadas da cena por meio do G-Buffer, um conjunto de dados complexo que inclui cores base, noções de profundidade, rugosidade de materiais e vetores de movimento.

Para garantir a fluidez nos jogos, o DLSS 5 foi otimizado para processar um quadro por vez, evitando atrasos na tela. Além disso, os desenvolvedores terão controles específicos de cena. É possível aplicar máscaras no motor gráfico para isolar objetos e ajustar parâmetros precisos.

Entre eles, destacam-se a intensidade da estrutura (que aprimora a oclusão ambiental e os reflexos) e a intensidade do tom (voltada para o controle dinâmico de iluminação e contraste). Desempenho exigente Atingir o patamar gráfico que a Nvidia espera demanda um hardware potente. Em março, quando a empresa revelou o DLSS 5 ao público, a demonstração técnica exigia o uso simultâneo de duas placas GeForce RTX 5090.

Contudo, o sistema passou por otimizações ao longo dos últimos seis meses. Atualmente, o recurso pode até ser executado em uma única GPU intermediária, como a GeForce RTX 5060. Para isso, é necessário jogar em uma resolução mais baixa, como o Full HD (1080p), e habilitar a geração de quadros em 6x.

Sem o auxílio desse recurso, a tecnologia consome alto poder de processamento e pode reduzir o desempenho bruto pela metade. Essa exigência de hardware ficou evidente antes mesmo do lançamento oficial. O grupo de modders RenoDX conseguiu extrair os arquivos do DLSS 5 de uma versão de acesso antecipado de NBA 2K27 e forçou a ativação do recurso em títulos mais antigos, como Control, Cyberpunk 2077, Grand Theft Auto V e Skyrim.

Os testes não oficiais vazados na internet demonstraram um consumo elevado de memória de vídeo (VRAM) e quedas drásticas na taxa de quadros. Embora a tecnologia seja oficialmente restrita à série RTX 50, eles também conseguiram ativá-la em placas topo de linha da geração anterior, como as RTX 4080 e RTX 4090. Nvidia rebate críticas à IA A reação da comunidade diante das primeiras demonstrações do DLSS 5 foi polarizada.

Diversos usuários criticaram alterações consideradas drásticas na aparência de personagens, temendo que a inteligência artificial alterasse a intenção artística original dos estúdios ao padronizar texturas e expressões faciais de forma genérica. Em resposta a essas críticas, o CEO da NVIDIA, Jensen Huang, declarou que os jogadores estavam enganados ao presumir que a tecnologia retira o controle das mãos dos criadores. O diretor de tecnologia de conteúdo da Nvidia, Gabriele Leon, reforçou esse posicionamento, explicando que a ferramenta foi projetada para entregar consistência, sem alterar a essência visual dos protagonistas e cenários.

Neste primeiro momento, os resultados em NBA 2K27 demonstram melhorias mais sutis no sombreamento de materiais, elevando detalhes como a textura das camisas e a pele dos jogadores. Para o futuro, a Nvidia planeja expandir a compatibilidade do DLSS 5 para uma extensa lista de jogos, incluindo nomes como Assassin’s Creed Shadows, Hogwarts Legacy e Starfield.

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