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O Planeta Está Acumulando Calor em um Ritmo Preocupante
De incêndios florestais a noites sufocantes em grandes cidades, o calor extremo está se tornando um dos sinais mais visíveis das mudanças no clima.
Em 2026, porém, os cientistas estão acompanhando uma combinação especialmente delicada: oceanos superaquecidos, aquecimento global provocado por atividades humanas e um El Niño em fortalecimento.
Um Ano Quente, mas Ainda não o Mais Quente
2026 ainda não é o ano mais quente, mas está se aproximando. Até agora, ocupa a terceira posição entre os anos mais quentes já registrados, atrás de 2024 e 2025.
Mas isso pode mudar nos próximos meses. O cientista climático Zeke Hausfather estima em cerca de 35% a probabilidade de 2026 ultrapassar 2024 e terminar como o ano mais quente da série histórica.
Fatores que Contribuem para o Aquecimento
Os oceanos desempenham um papel crucial. As temperaturas médias da superfície do mar começaram a se aproximar dos níveis recordes de 2024 em maio.
Além disso, um El Niño muito forte pode adicionar calor ao sistema, intensificando a tendência de aquecimento.
- Oceanos superaquecidos
- Aquecimento global provocado por atividades humanas
- El Niño em fortalecimento
Consequências do Calor Extremo
As noites quentes estão se tornando parte do problema. Europa, América do Norte, América do Sul e Índia enfrentaram episódios intensos de calor ao longo de 2026.
Incêndios florestais também se tornam mais prováveis quando períodos prolongados de calor coincidem com vegetação seca e baixa umidade.
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