📸 Créditos da imagem: Divulgação/Apple
Já tendo completado a passagem para o mundo dos mortos, o icônico Mac Pro foi revelado ao mundo pela primeira vez há exatos 20 anos, durante Worldwide Developers Conference (WWDC) de 2006.
Último Mac a trocar os chips PowerPC pelos processadores da Intel, ele chegou com o dobro de performance do Power Mac G5, seu antecessor direto — e de quem herdou a primeira iteração do design de “ralador de queijo” que com certeza marcou época.
Características do Mac Pro
Com um preço inicial de US$2.500, ele era parrudíssimo — tanto em termos de performance bruta quanto de conectividade. Extremamente “upgradeável” ele vinha com dois Intel Xeon 2.0 de dois núcleos, bem como com a placa gráfica GeForce 7300 GT, da NVIDIA — componentes que podia ser trocado por uma Quadro FX 450, também da NVIDIA, ou uma ATI Radeon X1900 XT, da AMD.
Contando com quatro espaços para unidades Serial ATA, o Mac Pro de primeira geração também permita a instalação de até quatro GPUs via PCIe, além suportar até 32GB de RAM — por padrão, ele vinha com “apenas” 1GB.
Desenvolvimento e Legado
Desde então, o Mac Pro original foi atualizado algumas vezes; o primeiro upgrade veio já em abril 2007, seguido por outro em janeiro de 2008. No início de 2009, o computador ganhou os processadores Intel Xeon 5500 e, um ano depois, passou a suportar até 64GB de memória e até 8TB de armazenamento.
O ano de 2013 foi difícil para o Mac Pro, que recebeu um novo design tão compacto quanto polêmico. Cilíndrica, a nova geração do Mac Pro instigou comparações com latas de lixo, principalmente por conta da abertura para ventilação na parte de cima do computador.
Fim de uma Era
Em 2023, o Mac Pro passou a contar com o chip M2 Ultra, mas perdeu muitas das características que o faziam ser uma boa opção para usuários profissionais, como a possibilidade de fazer upgrades nas suas peças.
Em março de 2026, a Apple finalmente aposentou o Mac Pro, pouco meses antes do seu aniversário de 20 anos. No momento, os esforços da Apple parecem estar completamente voltados ao Mac Studio, que tomou o posto de “computador para profissionais” da Maçã.
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