📸 Créditos da imagem: Lucas Braga / Tecnoblog
A Vivo quer desativar a rede 2G o quanto antes para eliminar os altos custos de operação e limpar o espectro de frequências.
O CEO Christian Gebara afirmou que manter a infraestrutura do 2G ativa no Brasil deixou de fazer sentido para a Vivo.
Por que o 2G da Vivo ainda não foi desligado?
O sinal 2G é fundamental para o nicho de Internet das Coisas (IoT) e ainda responde por 6,7% do mercado de conexões para fins comerciais/empresariais.
Equipamentos como rastreadores veiculares de frotas, medidores inteligentes de concessionárias de energia elétrica e antigas máquinas de cartão de crédito seguem presos à rede antiga.
Desafios para o desligamento
Os principais desafios para o desligamento da rede 2G são a enorme base de dispositivos corporativos que ainda dependem do sinal antigo para funcionar.
- Demanda por uso do 2G por usuários comuns já é irrelevante;
- Equipamentos como rastreadores veiculares de frotas e medidores inteligentes de concessionárias de energia elétrica seguem presos à rede antiga;
- A indústria ainda lança dispositivos focados no uso básico e de baixo custo que utilizam o padrão GSM.
Alternativas para o desligamento
A Vivo mantém um acordo de uso conjunto de rede com a TIM, conhecido como RAN Sharing, que envolve o desligamento da rede legada de uma das operadoras.
Os clientes que ainda possuem aparelhos restritos ao sinal GSM passam a usar integralmente a rede 2G da outra operadora no lugar, eliminando a redundância da infraestrutura.
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