📸 Créditos da imagem: Pedro Spadoni via Gemini/Olhar Digital
IA torna edição genética mais precisa
Pesquisadores desenvolveram uma nova abordagem baseada em inteligência artificial (IA) para aumentar a precisão de ferramentas de edição genética, reduzindo significativamente modificações indesejadas no DNA.
A tecnologia utiliza IA para redesenhar editores genéticos e minimizar alterações fora do alvo, um dos principais desafios da área.
Como funciona a edição genética
A edição genética é uma técnica que permite aos cientistas inserir, remover, modificar ou substituir bases do DNA em organismos vivos.
Algumas aplicações incluem:
- Correção de mutações associadas a doenças
- Desenvolvimento de culturas agrícolas aprimoradas
Ferramentas como o CRISPR funcionam como “tesouras moleculares”, capazes de localizar pontos específicos do genoma para realizar essas alterações.
IA identifica pontos responsáveis por erros
Cientistas da China desenvolveram uma plataforma chamada ContactSeek, orientada por IA, que utiliza o programa AlphaFold3 para prever a intensidade com que diferentes moléculas biológicas tendem a interagir.
A plataforma compara essas probabilidades entre os alvos desejados e aqueles que não deveriam ser modificados, identificando quais partes do editor genético contribuem para alterações acidentais.
Testes reduziram em cerca de 83% as edições fora do alvo para um dos RNAs-guia avaliados.
Futuro da tecnologia
A tecnologia ainda precisa de novos testes envolvendo diferentes tipos de células e diversos alvos genômicos antes de poder ser utilizada em tratamentos.
No entanto, a expectativa da equipe é que a tecnologia possa ser empregada de forma ampla no futuro.
📰 Leia a notícia completa em: Olhar Digital »