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Os diretores financeiros (CFOs) têm ampliado os investimentos em inteligência artificial (IA), mas ainda enfrentam dificuldades para comprovar se a tecnologia gera retorno financeiro.
Para medir esse impacto, é necessário acompanhar a quantidade de “inteligência útil por dólar” obtida em cada implementação, em vez de priorizar métricas como especificações de modelos ou custo por token.
Desafios dos CFOs
A principal dúvida apresentada por executivos financeiros é como transformar investimentos em IA em valor concreto para os negócios.
A resposta passa por quatro perguntas que ajudam empresas a identificar quais tarefas realmente importam, calcular o custo total para executá-las com IA e verificar se os resultados produzidos pela tecnologia podem ser utilizados pelos funcionários sem necessidade de retrabalho.
Investimentos em alta
Os investimentos em IA seguem em alta, com 56% dos executivos financeiros seniores pretendendo elevar em mais de 15% os investimentos em IA neste ano.
- 83% dos CFOs planejam ampliar os orçamentos destinados à tecnologia acima de 15% nos próximos dois anos.
- 42% projetam aumentos superiores a 30%.
Apesar do avanço dos aportes, os resultados ainda são considerados limitados por parte das empresas, com apenas 31% dos CFOs classificando como muito positivos os impactos da IA nas áreas financeiras.
Conclusão
Acompanhar se o valor produzido pelo trabalho realizado por sistemas de IA cresce mais rapidamente do que o custo para gerar esse resultado é um indicador mais eficiente para orientar decisões de investimento.
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