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Um grupo de 26 ex-funcionários da Meta entrou com um processo judicial contra a empresa, alegando que ela utilizou sistemas de inteligência artificial (IA) com viés para selecionar quem seria demitido.
Como funcionaria o sistema de seleção
Segundo a ação, o sistema de seleção utilizava uma ‘constelação de sistemas de inteligência artificial’ para definir quais funcionários seriam desligados.
- Um assistente interno chamado ‘Metamate’
- Agentes de ‘segundo cérebro’ treinados pelos próprios funcionários
- Painéis de uso de tokens de IA
- Dados de monitoramento de teclas digitadas e atividades
Problemas apontados pelos autores
O sistema não teria levado em conta funcionários em licença médica ou familiar, nem aqueles cuja deficiência afetasse sua produção.
Argumento jurídico dos autores
Cada um dos 26 autores ‘tirou, solicitou ou teve aprovada uma licença protegida por lei; tentou tirar licença protegida e sofreu interferência; ou solicitou ou recebeu acomodação razoável por deficiência’ dentro de um período de 24 meses antes de ser demitido.
Resposta da Meta
A Meta afirmou que a ação não tem mérito, argumentando que as demissões sempre contaram com participação humana.
Histórico de monitoramento de funcionários
A Meta havia registrado teclas digitadas, movimentos de mouse e cliques de seus funcionários para treinar IA, o que violava as leis de privacidade da União Europeia (UE).
A Meta suspendeu o programa de rastreamento após ficar evidente que conversas privadas e transcrições registradas pelo sistema estavam acessíveis a outros funcionários.
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