📸 Créditos da imagem: © NASA
Depois das missões Apollo, a exploração lunar perdeu protagonismo e deu lugar a outros desafios espaciais.
Uma mudança estratégica para concentrar todos os esforços em um único objetivo
A nova fase da exploração espacial chinesa começou com uma decisão importante: unificar programas que antes operavam separadamente.
- Missões tripuladas e missões robóticas lunares seguiram caminhos paralelos.
- Cada programa possuía seus próprios objetivos, cronogramas e equipes.
A nova estratégia busca integrar toda a experiência acumulada em um único grande projeto de exploração lunar.
O plano prevê uma missão composta por três astronautas
- Dois deles deverão descer à superfície lunar.
- O terceiro permanecerá em órbita realizando o suporte da operação.
Embora o conceito lembre as históricas missões Apollo realizadas pelos Estados Unidos, a iniciativa surge em um contexto completamente diferente.
Os novos veículos que pretendem levar astronautas à superfície lunar
- Um novo foguete de grande porte projetado especificamente para missões lunares.
- Uma nova nave tripulada, criada para transportar astronautas em missões de longa duração além da órbita terrestre.
- O módulo de pouso lunar, encarregado de levar os astronautas da órbita da Lua até a superfície.
Todos esses sistemas estão sendo projetados com foco em reutilização.
A próxima etapa acontece ainda antes da chegada dos astronautas
Uma nova missão automática será enviada para uma das regiões mais cobiçadas da Lua.
- Um orbitador.
- Um módulo de pouso.
- Um rover para exploração da superfície.
- Um equipamento capaz de se deslocar por meio de saltos para alcançar áreas extremamente difíceis de acessar.
A missão contará com diferentes veículos especializados.
A estação espacial chinesa continua funcionando como um laboratório de testes
Experimentos relacionados ao comportamento de líquidos em microgravidade e ao desenvolvimento de novos painéis solares já estão sendo realizados.
A China deixou claro que pretende acelerar sua presença na Lua.
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