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O imbróglio envolvendo o Pix por aproximação em iPhones pode estar perto de um desfecho.
Recapitulando
Há mais de um ano, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) iniciou uma investigação focada na Apple para apurar se ela estaria praticando condutas anticompetitivas no mercado de pagamentos por aproximação.
- O Cade foi mais uma vez para cima da Apple devido à impossibilidade de usar o NFC do iPhone para processar pagamentos via Pix por aproximação.
- A briga toda gira em torno de dinheiro, pois a Apple cobra uma taxa por toda e qualquer transação realizada via NFC.
A briga
A Apple afirmou que seu modelo baseado em hardware “oferece um nível de segurança superior às soluções usadas no Android”.
- Ela apontou o sucesso do Pix por código QR, com 2,7 bilhões de transações em janeiro de 2026, contra apenas 1,05 milhão do Pix por aproximação.
Desdobramento
Segundo Jardim, a Apple sinalizou ao Cade que topa fazer um acordo para permitir o Pix por aproximação, sem custos, em iPhones.
Vale notar que o jornalista disse que “a Apple vinha permitindo o uso da tecnologia de dentro de seus aplicativos, mas cobrando uma taxa por transação efetuada”.
No entanto, isso não é verdade: o Apple Pay, até hoje, funciona apenas com cartões de crédito ou débito.
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