📸 Créditos da imagem: reprodução / MacMagazine
Por mais de uma década e meia, o autor deste artigo cultivou uma preferência por ferramentas digitais que fossem pequenas, previsíveis e especializadas. Essa filosofia, inspirada nos princípios Unix de que programas devem fazer uma coisa só e fazê-la bem, sempre guiou suas escolhas, especialmente como programador acostumado a fluxos de trabalho com terminal e APIs. A aversão a aplicativos que prometem resolver “tudo” — e que muitas vezes entregam “um monte de coisas mais ou menos” — era uma constante.
No entanto, essa regra não escrita teve uma notável exceção: o Alfred. Por 15 anos, este aplicativo foi uma ferramenta indispensável no dia a dia do autor, acionado dezenas de vezes para abrir apps, buscar informações, acessar o histórico da área de transferência, expandir snippets, realizar cálculos rápidos e
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