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Tinder Testa Escaneamento de Íris para Frear Bots de IA
Novo Sistema de Verificação para Provar que o Usuário é Humano
Diante do avanço de perfis falsos criados por inteligência artificial (IA), o Tinder passou a testar um novo sistema de verificação que usa escaneamento de íris para provar que o usuário é humano.
A novidade, feita em parceria com a World, reacende discussões sobre segurança, privacidade e os limites do uso de dados biométricos.
Como Funciona?
O usuário escaneia a íris, aquela parte colorida do olho, e o sistema gera um código único que comprova que ele é uma pessoa real.
Esse código, chamado de World ID, pode ser usado para validar a identidade dentro da plataforma.
Benefícios e Limites
O Tinder oferece benefícios, como impulsionamentos gratuitos que aumentam a visibilidade do perfil por um período.
No entanto, a tecnologia não vai funcionar no Brasil devido à proibição da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Implicações e Discussões
A iniciativa coloca o usuário diante de uma escolha delicada: mais segurança ou mais exposição de dados.
A World afirma que o sistema é anônimo e não coleta informações como nome ou endereço, mas ainda há dúvidas sobre o armazenamento e uso desses dados biométricos.
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