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ReportagemEinstein, hospital nº 1 do Brasil, vê IA como tíquete para top 10 globalOs labirínticos corredores da unidade do Morumbi do Einstein, o melhor hospital da América Latina, tapeiam alguns dos melhores médicos do Brasil (“Descobri outro dia que o centro de operações fica ao lado de onde trabalho”, disse uma biomédica há 20 anos por lá). Não escondem, porém, que há uma ambição no ar: hoje classificado como 16º melhor hospital do mundo, a sociedade beneficente mira agora o top 10 mundial.”Esse é o nosso sonho”, diz Henrique Neves, diretor-geral do Einstein. “Não, não, essa é a meta dele.
Eu quero ser o melhor”, brinca Sidney Klajner, presidente do Einstein. Sonhos e brincadeiras à parte, a corrida rumo à elite mundial surgiu como subproduto de uma estratégia nascida há quase 20 anos para solucionar um impasse. Em meio à onda de consolidação na saúde brasileira, enquanto fundos de investimento compravam planos de saúde e hospitais formavam redes enormes, o Einstein não queria brigar pelo troféu de bolso mais fundo.
Preferiu outra batalha: a disputa para detectar e adotar os tratamentos mais avançados, aqueles na fronteira do conhecimento. A partir de um determinado momento, a gente passou a ser considerado a Meca da.. Falar que um hospital israelita foi considerado a Meca de alguma coisa é piada pronta, né?
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