📸 Créditos da imagem: ChatGPT / Olhar Digital
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Asfalto libera substâncias tóxicas e piora o ar das cidades, revela estudo
O asfalto existe em praticamente todas as cidades, passando despercebido na paisagem urbana. No entanto, estudos recentes indicam que, além de contribuir para o aumento nas temperaturas, o material também pode liberar substâncias químicas tóxicas e piorar a qualidade do ar, levantando preocupações sobre seus impactos na saúde.
Estudos revelam impactos do asfalto na saúde
Segundo dois estudos publicados na revista Journal of Hazardous Materials e Science of the Total Environment, o debate sobre pavimentação urbana precisa ir além de questões climáticas e energéticas, incorporando também possíveis efeitos na saúde.
Cidades como Phoenix, nos Estados Unidos, ajudam a ilustrar a dimensão do problema
Cerca de 40% da área urbana é coberta por superfícies pavimentadas, como ruas e estacionamentos. Esse volume contribui diretamente para o chamado efeito de ilha de calor, em que o asfalto absorve energia durante o dia e libera lentamente à noite, mantendo o ambiente urbano mais quente mesmo após o pôr do sol.
Os riscos se tornam mais preocupantes no longo prazo
A exposição contínua tem sido associada a doenças mais graves, incluindo maior incidência de câncer de pulmão. Além disso, compostos liberados por asfalto envelhecido podem ser ainda mais tóxicos.
Soluções para diminuir riscos do asfalto tradicional
Uma das abordagens envolve o uso de algas no processo de produção do asfalto. Em parceria com especialistas em biotecnologia, um método que transforma algas cultivadas com águas residuais em um material capaz de substituir parcialmente o betume.
Os resultados das pesquisas reforçam uma mudança de perspectiva
O asfalto, antes visto como um elemento puramente funcional, passa a ser considerado também um fator relevante para o clima urbano, a qualidade do ar e a saúde da população.
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