📸 Créditos da imagem: Dall-E/Danilo Oliveira/Olhar Digital
Pesquisadores têm avançado em uma nova estratégia para tratar a doença de Parkinson ao apostar na reposição de células cerebrais responsáveis pela produção de dopamina (essencial para o controle dos movimentos). A abordagem faz parte de uma linha de estudos em medicina regenerativa e ainda está em fase experimental. A técnica consiste em criar, em laboratório, neurônios capazes de produzir dopamina e implantá-los diretamente no cérebro dos pacientes. Essas células são obtidas a partir de amostras de sangue de doadores, que passam por um processo de reprogramação para se tornarem células-tronco pluripotentes induzidas (iPS). Esse tipo celular tem potencial para se transformar em diferentes tecidos do organismo. No caso do Parkinson, os cientistas direcionam essa transformação para gerar neurônios dopaminérgicos, justamente os que são perdidos com o avanço da doença. Após o preparo, milhões dessas células são inseridas no cérebro por meio de um procedimento cirúrgico.
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