📸 Créditos da imagem: Estudos mostram que reduzir a carga de interação nas redes sociais faz bem ao seu cérebro - Imagem: FAMILY STOCK/Shutterstock
Pesquisas recentes apontam que mesmo interrupções curtas no uso de redes sociais podem reverter efeitos associados ao declínio cognitivo, incluindo prejuízos à atenção, memória e foco. O tema ganha relevância em meio a decisões judiciais que começam a responsabilizar empresas de tecnologia pelos impactos de seus produtos. Um dos casos que marcou esse debate foi o depoimento de uma jovem de 20 anos em um julgamento contra as empresas Meta e YouTube, nos Estados Unidos. Ela relatou ao júri como perdeu o controle sobre o uso de redes sociais ao longo da adolescência, passando a ocupar praticamente todas as horas disponíveis do seu dia, com noites avançando pela madrugada e o sono sendo gradualmente substituído. Segundo o relato, as tentativas de interromper o uso se transformavam em um ciclo repetitivo do qual ela não conseguia escapar. À medida que o tempo de uso aumentava, também se intensificavam sintomas, como ansiedade, depressão e uma preocupação crescente com a própria aparência.
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