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Project Maven: como a IA tem ajudado os EUA nos ataques contra o Irã?
Os Estados Unidos estão usando um programa de inteligência artificial para aprimorar os ataques lançados contra o Irã, obtendo vantagens estratégicas importantes na guerra moderna.
Trata-se do Project Maven, lançado em 2017 e que passou por mudanças recentemente.
Em entrevista à CNBC no mês passado, o CEO da Palantir, Alex Karp, confirmou a utilização da tecnologia pelo Pentágono nos conflitos do Oriente Médio.
A empresa é, agora, a responsável pela iniciativa, após o Google deixar o projeto que ajudou a desenvolver.
Como funciona o Project Maven?
Criado com o objetivo de auxiliar analistas militares na interpretação de dados fornecidos por satélites, drones e sensores, o programa de IA recebeu melhorias e está mais avançado.
Atualmente, também funciona como um gerenciador de alvos e das missões.
Reunindo os dados coletados por diferentes meios, o sistema inteligente cria uma versão virtual do campo de batalha;
Analisando os detalhes em tempo real, é capaz de identificar movimentos suspeitos e transformá-los em possíveis alvos, classificando-os por tipo;
Também fornece sugestões de ataques com base nos dados, para que o operador escolha a mais adequada para o caso;
Em seguida, o comandante toma a decisão e gerencia a campanha pela interface do próprio Project Maven, acompanhando a execução das ações.
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