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O JetStream, tradicional benchmark que mede a rapidez com que os navegadores podem iniciar e executar códigos, chegou à sua versão 3.0 — a qual foca na linguagem WebAssembly, além de incluir aprimoramentos na aplicabilidade dos testes para refletir com mais fidelidade o desempenho de ferramentas modernas da web. Elaborado em parceria com a Apple, o Google e a Mozilla, o JetStream 3 traz como principais alterações da nova variante incluem a reformulação do fluxo do benchmark, descartando testes mais arcaicos (os chamados microbenchmarks, como o HashSet-wasm) e diminuindo a relevância de outros pouco condizentes ao cotidiano (como o SunSpider), priorizando aplicabilidades reais em suas novas metodologias de teste na hora de pontuar. Além disso, em um comunicado oficial, foi informado que o JetStream 3 passa a dar maior ênfase ao WebAssembly, linguagem predominante em aplicações de alto desempenho na web. Se antes os testes com a linguagem separavam inicialização e execução, agora eles consideram todo o ciclo.
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