📸 Créditos da imagem: O modelo de Live Commerce na China, que já abocanha 25% das vendas online. (Fonte: Getty Images)
O Fim do E-commerce que Conhecemos
A rede social da Meta, o Instagram, tem movimentado bastante a forma como seus usuários consomem conteúdo e impactado o comportamento não só de quem assiste a vídeos curtos e posta ovo mexido nos stories, mas também de quem compra, vende e faz negócios dentro da plataforma.
A era da Social Commerce é uma nova era da rede social com live commerce, onde os humanos não entram só para ver stories, vídeos ou gente falando da própria rotina como se fosse documentário da Netflix. Entram também para comprar, fazer negócios e consumir, num espaço em que a venda deixa de ser o fim do funil — descoberta do produto, consideração e decisão de compra — e passa a ser um evento social fluido, integrado à experiência.
A revolução do e-commerce na China é um exemplo de como a tecnologia busca reduzir quase toda a fricção entre desejo e compra, e isso pode influenciar bastante nosso comportamento de consumo — inclusive, tornarmos mais consumistas e compulsivos.
O futuro do e-commerce é social, fluido e sem interrupções, e a nova onda que eu prevejo inverte isso. A transação não interrompe o conteúdo. Ela é o conteúdo.
Um próximo passo da Meta e Facebook com live commerce pode ser a transformação do velho Facebook num novo polo de compra social em escala global.
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