📸 Créditos da imagem: ilustrativa de Pix Imagem: Cris Faga/Dragonfly Press
ReportagemGolpe do Pix supera fraudes do boleto e do falso motoboy em ações judiciais Imagem ilustrativa de Pix Imagem: Cris Faga/Dragonfly PressOs golpes do Pix viraram as fraudes digitais que mais resultam ações na Justiça, mostra levantamento inédito ao qual a coluna teve acesso exclusivo.Apesar da aparente popularidade dessa modalidade de estelionato digital, foi só em 2025 que o chamado “golpe do Pix” ultrapassou os golpes do boleto e do falso motoboy, dois líderes históricos.Realizado pelo Jusbrasil em bases de tribunais brasileiros, o estudo analisou 129 mil decisões judiciais entre 2010 e agosto de 2025.O quadro pode mudar, mas até aquele momento do ano passado, ranking de golpes que figuravam em casos judiciais ficou assim:Golpe do Pix: 4.564Golpe da falsa central de atendimento: 4.355Golpe do WhatsApp: 3.538Golpe do boleto: 3.712Golpe do falso motoboy: 2.869Se o golpe do falso motoboy (criminoso se passar por funcionário de uma empresa conhecida para roubar de cartões a documentos) e o golpe do boleto (emissão de títulos de pagamento fraudulentos em nome de instituições legítimas) são fraudes analógicas modernizadas com a internet, as fraudes da falsa central de atendimento e do WhatsApp são espécies típicas da era digital.No primeiro caso, um bandido entra em contato com a vítima dando a entender que fala em nome de alguma empresa, geralmente um banco. O pretexto é uma compra com valor suspeito, um bloqueio de conta. O objetivo é roubar credenciais de acesso ou promover a instalação de aplicativo fraudulento.
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