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Pesquisadores da The University of Manchester apresentaram um novo modelo para o planejamento de missões de satélites de observação da Terra com foco em reduzir o risco de colisões em órbita. O estudo foi publicado no periódico Advances in Space Research e propõe que o risco de impacto seja considerado desde as primeiras etapas do desenho das missões, buscando equilibrar a coleta de dados e a sustentabilidade do ambiente espacial.Segundo os autores, o avanço do uso de satélites tem ampliado a capacidade de monitorar desafios globais, como mudanças climáticas, produção de alimentos, cadeias de suprimentos e degradação ambiental. Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado dessas operações vem tornando as órbitas terrestres mais congestionadas, o que eleva a possibilidade de colisões e a formação de detritos espaciais de longa duração.Atualmente, há cerca de 11.800 satélites ativos em órbita, mas projeções indicam que esse número pode ultrapassar 100 mil até o fim da década.
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