Em 2025, o mundo assistiu a um salto impressionante no uso da inteligência artificial, não mais como experimento de laboratório, mas como motor de decisões, produção, análise e comunicação corporativa. As projeções globais já indicam a consolidação de um mercado que ultrapassou a barreira dos US$ 290 bilhões neste ano, segundo a estimativa da Fortune Business Insights, e segue em curva ascendente. Entretanto, por trás da expansão acelerada, surgiu a mais desconfortável constatação: a IA não falha por incapacidade técnica, mas pela contaminação de sua matéria-prima, como dados mal estruturados, redundantes, desatualizados e desalinhados com qualquer padrão mínimo de governança.
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